Em carta dirigida ao governo brasileiro, o secretário geral da FIFA, Jerome Valcke, explicou que a frase dita, que causou tanta indignação ao ministro do esporte ("é preciso dar um pontapé no traseiro para eles trabalharem!"), só criou problema porque foi mal traduzida do frances para o portugues.
Pois descobriram agora porque houve esse problema: pediram ao Joel Santana para fazer a tradução...
(gostaria que fosse minha, mas a piada é de um leitor do blog do Juca; li, gostei e passo para voces)
LaboMidia
Blog do Laboratório e Observatório da Mídia Esportiva (UFSC/UFS/UFSJ)
Mostrando postagens com marcador Jerome Valcke. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jerome Valcke. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 6 de março de 2012
quarta-feira, 3 de março de 2010
Contagem regressiva - 100, 99, 98...
E faltam cem dias para a Copa da África do Sul!!
Nada mais sobre terremotos, sejam eles no Chile ou no Haiti; nada de invasões ou desabamentos de morros cariocas, nada de mensalão. A partir de hoje, só ela, a Copa do Mundo, reinará absoluta.
E para dar o pontapé inicial, nada melhor do que começar, ou melhor, reforçar o agendamento, logo no primeiro noticiário do dia. E o Bom dia Brasil não perdeu tempo. Aproveitou o amistoso de ontem para acender a luz verde na contagem regressiva. Mas não foi só isso.
Em uma única reportagem, lembrou os gols do Robinho, aproveitando para confirmar o que muitos suspeitavam: a possibilidade do atleta ser o nome mais gritado pelo Galvão Bueno no mundial (mais alto e irritante que todas as vuvuzelas juntas); continuou a campanha pró Ronaldinho Gaúcho (tão pesada que, ontem, durante o jogo, o Galvão deu até uma “secada” no meu conterrâneo Cacá) e o melhor, pelo menos para mim que fiquei responsável pela coleta do jornal matutino, agendou a copa de 2014.
Aliás, nada melhor para agendar a Copa do Brasil do que uma comparação sobre infraestrutura, ou a falta dela, nos dois países. E o secretário-geral da Fifa, o francês Jerome Valcke, declarou:
"O Brasil deve aprender que é preciso construir estádios a tempo. Até agora, não há nenhum. É até normal porque estamos a quatro anos. Mas se pensarmos bem, estamos só a três da Copa das Confederações"
E se pensarmos melhor ainda, essa incerteza, o frio na barriga pelo temor de que talvez não se consiga, a possibilidade da falha, mexe com os brios dos brasileiros. E aí, o enquadramento cognitivo, que é apontado por alguns estudiosos da teoria como um “filtro” capaz de amenizar a ação a longo prazo que o agendamento possui, pode fazer a razão dissipar-se nas emoções. Talvez, um caso a se pensar...
Nada mais sobre terremotos, sejam eles no Chile ou no Haiti; nada de invasões ou desabamentos de morros cariocas, nada de mensalão. A partir de hoje, só ela, a Copa do Mundo, reinará absoluta.
E para dar o pontapé inicial, nada melhor do que começar, ou melhor, reforçar o agendamento, logo no primeiro noticiário do dia. E o Bom dia Brasil não perdeu tempo. Aproveitou o amistoso de ontem para acender a luz verde na contagem regressiva. Mas não foi só isso.
Em uma única reportagem, lembrou os gols do Robinho, aproveitando para confirmar o que muitos suspeitavam: a possibilidade do atleta ser o nome mais gritado pelo Galvão Bueno no mundial (mais alto e irritante que todas as vuvuzelas juntas); continuou a campanha pró Ronaldinho Gaúcho (tão pesada que, ontem, durante o jogo, o Galvão deu até uma “secada” no meu conterrâneo Cacá) e o melhor, pelo menos para mim que fiquei responsável pela coleta do jornal matutino, agendou a copa de 2014.
Aliás, nada melhor para agendar a Copa do Brasil do que uma comparação sobre infraestrutura, ou a falta dela, nos dois países. E o secretário-geral da Fifa, o francês Jerome Valcke, declarou:
"O Brasil deve aprender que é preciso construir estádios a tempo. Até agora, não há nenhum. É até normal porque estamos a quatro anos. Mas se pensarmos bem, estamos só a três da Copa das Confederações"
E se pensarmos melhor ainda, essa incerteza, o frio na barriga pelo temor de que talvez não se consiga, a possibilidade da falha, mexe com os brios dos brasileiros. E aí, o enquadramento cognitivo, que é apontado por alguns estudiosos da teoria como um “filtro” capaz de amenizar a ação a longo prazo que o agendamento possui, pode fazer a razão dissipar-se nas emoções. Talvez, um caso a se pensar...
Assinar:
Postagens (Atom)