A TV Cultura, que também é gestora da TV Rá Tim Bum (canal a cabo), está revendo a decisão, tomada em 2008, que a fez deixar de veicular publicidade infantil em sua grade. Pronta para voltar atrás, segundo o Blue Bus, os anúncios dirigidos ao público da TV começarão a ser (re)veiculados ainda esse ano. Vai dar para pegar as campanhas de Natal...
Olha aí um exemplo de que não adianta ser radical. Nem do lado das empresas e emissoras, que não se sustentam sem o anunciante (e parece que a TV Cultura percebeu isso), nem do lado da criança que, como sabemos, não é um robozinho esperando o comando, como podem crer alguns institutos e associações que promovem cartilhas e documentários com suas ideias apocalípticas sobre tal malévola influência.
O que não significa dar a ela (criança) autonomia total em relação ao consumo, afinal a publicidade é, em sua essência, persuasiva e o objetivo é vender. Seja a mercadoria um produto – uma simples boneca Barbie (se é que existe uma Barbie simples), ou todo um estilo Barbie Girl.
Até hoje, acredito que não há nada mais eficiente do que a mediação dos pais e professores, auxiliando a criança na busca do esclarecimento quanto ao consumo, desde pequeno. Mas isso significará que os 58,3% dos pais que não sabem o que os filhos assistem na TV (Instituto Sensus - 2007 by Portal EcoDebate) terão um trabalho a mais nessa dura rotina de ser pai, e mãe: participar da vida dos filhos.
Enquanto isso, o PL- 5921/2001 que propõe a proibição da publicidade destinada ao público infantil, tramita, tramita e não sai do lugar. Que tal abrir a questão a toda à sociedade? Quem sabe uma pesquisa entre os pais, feita e incentivada pela escola? E melhor, quem sabe o projeto Amigos da Escola, da Rede Globo, poderia abraçar essa causa e ajudar nesse levantamento?!
Hum, acho que não...
Olha aí um exemplo de que não adianta ser radical. Nem do lado das empresas e emissoras, que não se sustentam sem o anunciante (e parece que a TV Cultura percebeu isso), nem do lado da criança que, como sabemos, não é um robozinho esperando o comando, como podem crer alguns institutos e associações que promovem cartilhas e documentários com suas ideias apocalípticas sobre tal malévola influência.
O que não significa dar a ela (criança) autonomia total em relação ao consumo, afinal a publicidade é, em sua essência, persuasiva e o objetivo é vender. Seja a mercadoria um produto – uma simples boneca Barbie (se é que existe uma Barbie simples), ou todo um estilo Barbie Girl.
Até hoje, acredito que não há nada mais eficiente do que a mediação dos pais e professores, auxiliando a criança na busca do esclarecimento quanto ao consumo, desde pequeno. Mas isso significará que os 58,3% dos pais que não sabem o que os filhos assistem na TV (Instituto Sensus - 2007 by Portal EcoDebate) terão um trabalho a mais nessa dura rotina de ser pai, e mãe: participar da vida dos filhos.
Enquanto isso, o PL- 5921/2001 que propõe a proibição da publicidade destinada ao público infantil, tramita, tramita e não sai do lugar. Que tal abrir a questão a toda à sociedade? Quem sabe uma pesquisa entre os pais, feita e incentivada pela escola? E melhor, quem sabe o projeto Amigos da Escola, da Rede Globo, poderia abraçar essa causa e ajudar nesse levantamento?!
Hum, acho que não...
