quarta-feira, 15 de junho de 2016

VI ENOME - ENCONTRO NACIONAL DO OBSERVATÓRIO DA MÍDIA ESPORTIVA



VI ENCONTRO NACIONAL DO OBSERVATÓRIO DA MÍDIA ESPORTIVA

O LaboMídia – Laboratório e Observatório da Mídia Esportiva – foi criado no ano de 2003 no Centro de Desportos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e desenvolve estudos/pesquisas na relação entre Educação Física, Esporte e Mídia/Tecnologias, principalmente, no âmbito escolar com perspectiva da Mídia-educação. Assim, ao longos desses 13 anos de existência formou e qualificou mestres e doutores de vários cantos do país. Toda Produção está disponível no site www.labomidia.ufsc.br que engloba teses, dissertações, relatórios de pesquisas, artigos, livros e capítulos de livros entre outros. A inserção do Grupo não se limita a este campo, mas, também, contribui nos pareceres para periódicos e editoras da área e, principalmente, insere-se ao Grupo de Trabalho Temático Comunicação e Mídia do Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte. Portanto, existem pesquisadores e núcleos do LaboMídia em vários estados brasileiros e com isso, nasceu a necessidade de um encontro que deu origem ao ENOME - Encontro Nacional do Observatório da Mídia Esportiva. Os primeiros anualmente e hoje ele é bianual, cujas edições de 2009 e 2010 aconteceram em Aracaju/SE; 2011 em Florianópolis/SC; em 2012 em São João Del Rei/MG; 2014 em Matinhos/PR e neste ano de 2016 o evento retorna à Aracaju/SE.


PROGRAMAÇÃO
Dia11/08/2016 (quinta-feira)
18:00h – Abertura: Retrospectiva do ENOME

Afrânio Bastos – Chefe/DEF/UFS
Sérgio Dorenski – Coord. ENOME I – Ocorrido na UFS/2009
Cristiano Mezzaroba – Coord. ENOME II – Ocorrido na UFS/2010
Giovani Pires – Coord. ENOME III – Ocorrido na UFSC/2011
Diego Mendes – Coord. ENOME IV – Ocorrido na UFSJ/2012
Fábio Messa - Coordenador ENOME V – Ocorrido na UFPR/2014
Coordenador (a) – Bianca Poffo (UFPR)
Local: Auditório da Reitoria

19:30h – Apresentação Cultural

“PercusSE” - Grupo de Percussão do Conservatório de Música de Sergipe

O Grupo foi criado pelo ex-professor de percussão do conservatório Wallace Patriarca, que atualmente reside em Goiânia. No ano de 2015, Hélvio Mendes assumiu o cargo de professor de percussão do Conservatório de Música de Sergipe. A proposta é realizar um trabalho de música de câmara dedicado exclusivamente ao repertório percussivo em que abarque os diferentes contextos da música que a percussão está inserida.
Atualmente o PercusSE conta com os integrantes: Alan Andrade, Daniel Nogueira, Davi Dias, Fábio Teixeira, Gledson Nunes, Jonan Santos, Julio Guimarães, Mauricio Pinto, Rodrigo Prado, Washington de Jesus, Wendell Ronei, Josinei Santos e a participação especial de Ismark Nascimento e Nalini Menezes.


“Um Quê de Negritude” - Grupo de Dança do Colégio Estadual Atheneu Sergipense

Sob a coordenação da professora Clélia Ramos o grupo, que em 2016 completará 10 anos tem como objetivo divulgar a cultura afro-brasileira através da dança e promover reflexões sobre o racismo e o preconceito racial na atualidade.

  
Dia 12/08/2016 (sexta-feira)

Manhã

Mesa I – 9:00h às 11:00h – “Mídia-Educação Física em Tempos de Megaeventos Esportivos: Do discurso midiático às possibilidades pedagógicas”
Palestrantes – Mariana Lisboa/SEESC; Diego de Sousa Mendes/UFSJ; Marcio Romeu Ribas de Oliveira/UFRN
Coordenador – Silvan Menezes
Local: Auditório da Reitoria
11:00 às 12:00 – Sessão de Pôster
Local: Área Externa do Auditório da Reitoria

12:00 às 14:00h – Almoço

Tarde
14:00h – 18:00h – Mesas temáticas

Mesa II - 14:00h às 16:00h – “Estética e formação de professores de Educação Física: contextos, dificuldades, possibilidades”
Palestrantes – Luciana Fiamoncini/UFSC; Hamilcar Silveira Dantas Júnior/UFS
Coordenador – Cristiano Mezzaroba/UFS
Local: Auditório da Reitoria

Mesa III – 16:00h às 18:00h – “Pesquisa em Educação Física, Esporte e Mídia: Projetos e Perspectivas”

Palestrantes - Rogério Santos Pereira/CDS/UFSC; Fábio Messa/UFPR; Thiago Machado/DEF/UFS; Marcio Romeu R. de Oliveira/UFRN; Cesar Leiro (UFBA/UNEB)
Coordenador – Elaine S. S. Fontes/DEF/UFS
Local: Auditório da Reitoria

18:00h – Lançamento de livros

“MÍDIA-EDUCAÇÃO FÍSICA EM AÇÃO: possibilidades com as interfaces entre Esporte e Copa do Mundo/2014” - (Orgs.): Sérgio Dorenski e Cristiano Mezzaroba;

19:00h às 21:00h - Reunião Interna do Grupo

Dia 13/08/2016 (sábado)

08:00h às 18:00 - Atividade de Extensão do LaboMídia

Inscrições no Evento até 10/08/2016

Pelo Sigaa: https://www.sigaa.ufs.br – Extensão – Eventos (consulta...) – Departamento de Educação Física (Buscar) – VI Enome ... – Realizar Inscrição – Inscrever-se (setinha verde)
Normas Para Inscrição de Trabalho - Pôster:

Os trabalhos devem envolver pesquisas, trabalhos de final de cursos, monografias, trabalho de disciplinas no tocante à Educação, Educação Física, Esporte, Mídia entre outros temas, mas, preferencialmente estes.
Está limitado um trabalho por inscrição podendo ser coautor em outro.
O texto do resumo deve ter página tamanho A4, margens (direita, esquerda, superior e inferior) de 1cm e limite de 1 página, fonte Arial para todo texto. Preencher os espaços de acordo com as necessidades do resumo (título, autores/instituições, introdução, metodologia da pesquisa, resultados e discussão, referências etc., podendo incluir tabelas e gráficos).
Não ultrapassar 1 (uma) página.
Grave o documento e crie uma versão em "PDF" para a submissão. O arquivo que deve ser enviado é o do formato em “PDF” para e-mail: enome2016@gmail.com
O limite de tamanho do arquivo PDF é de 1MB.
No resumo deverá constar todos os autores do trabalho, inclusive o orientador (se houver).
Título: tamanho 12
Introdução, Resultados e discussão: Tamanho 10
Referências: Tamanho 8
Prazo final de recebimento de trabalho: 31/07/2016
Modelo do Resumo no Link abaixo:



Confecção do Banner

Largura – de 50 cm mínima à 90 cm máxima
Altura – de 80 cm mínima à 120 cm máxima
Levar material como cordão, tesoura, fita adesiva etc;
Título: idêntico ao do resumo enviado;
Nome dos autores e instituição;
Introdução; métodos; resultados e discussão; conclusões;
Agradecimentos / Instituição de fomento (se houver);
Utilizar o mínimo de texto e o máximo de figuras, fotos, tabelas e recursos gráficos possíveis;
Referências



“Tal como afirmou Adorno (1996), não serão apenas reformas educacionais que conseguirão modificar radicalmente as condições sociais objetivas que conduziram ao atual processo de semiformação cultural. Todavia, superar a educação danificada pelo travamento da sua dimensão crítica, reflexiva e dialógica é a única razão pela qual ainda se pode falar eticamente em projetos pedagógicos. Abrir mão deste compromisso significa compactuar, pela omissão e silêncio, com o processo de instrumentalização da razão e de reificação do humano, que se torna ainda mais agudo em tempos neoliberais [...], recuperar a utopia educacional do projeto de modernidade – e trabalhar no sentido de viabilizá-la – pode representar a decisiva diferença entre formação imediatista, limitada à instrumentalização de competências técnico-funcionais para acesso submisso ao mercado, e uma outra, que se projeta para além da estrita instrucionalidade escolar (igualmente necessária), transcendendo sua reflexão na direção da cidadania emancipada, como possibilidade de reconstrução social, a partir dos ideais de progresso, igualdade e justiça para todos”.

Giovani De Lorenzi Pires




Apoio:

LaboMídia/UFSC/UFS
Universidade Federal de Sergipe – UFS
Pró-Reitoria de Extensão - PROEX
Departamento de Educação Física –DEF/UFS




 


Coordenação

Cristiano Mezzaroba/DEF/UFS
Giovani De Lorenzi Pires/CDS/UFSC
Rogério Santos Pereira/CDS/UFSC
Sérgio Dorenski/DEF/UFS

Comissão Organizadora Local

Carlos Alexandre A. dos Santos
Elaine S. S. Fontes
Enderson da Silva Santos
Manoel Messias Xavier Santos
Mateus Henrique Silva Santos
Silvan Menezes dos Santos
Thiago Vieira Machado



Contatos:
(79) - 99801-1496 (VIVO)
(79) - 99147-8446 (TIM)
E-mail: enome2016@gmail.com

domingo, 1 de maio de 2016

OLIMPÍADAS E EDUCAÇÃO FÍSICA: Reflexões para além das telas

Ola Pessoas, trago aqui um texto de Sara - aluna do curso de Educação Física /DEF/UFS - que faz a Disciplina Educação Física, Esporte e Mídia. Fiquem a vontade para os pitacos, críticas, troca de ideias entre outros...
boa leitura,
Sérgio Dorenski



OLIMPÍADAS E EDUCAÇÃO FÍSICA: Reflexões para além das telas
Sara Bomfim Felisberto

            É perceptível nos últimos dias o aumento das propagandas midiáticas sobre Os Jogos Olímpicos 2016. Este fato nos convida a pensar sobre a gama de conteúdos curriculares, os quais são abertos a partir desse evento mundial, para tematização de aulas na Educação Física (EF). Este acontecimento oportuniza ao professor dessa disciplina trazer discussões sobre as repercussões do esporte de alto rendimento e a indústria midiática.
            Nas instituições escolares, principalmente na EF é comum neste ano a presença de projetos sobre os jogos olímpicos, os quais tratam sobre os aspectos históricos, a união dos povos e raças, as modalidades esportivas. Porém na maioria das vezes são negadas discussões sobre a relação midiática e o esporte de alto rendimento. Sobre o modo como a mídia oculta para o público algumas informações como: os interesses políticos dos megaeventos, o uso do esporte como mercadoria, o rompimento com os princípios morais e éticos, como exemplo, o uso do doping, os riscos de saúde os quais os jogadores são submetidos devido aos treinamentos pesados, o marketing utilizado pelas grandes empresas para venda de produtos e entre outros.
            Enxergarmos no âmbito escolar um espaço poderoso para despertar nos alunos uma educação para a mídia. Belloni (2005, p.6) atenta que é competência da educação formar cidadãos com “apropriação crítica e criativa de todos os recursos técnicos à disposição desta sociedade”. Sabemos que a cultura midiática apresenta benefícios significativos, fazendo interligações entre fronteiras e levando informações a todo o mundo, mas é preciso um cuidado maior sobre o poder que ela pode exercer sobre nossas vidas, especialmente na influência das ações dos indivíduos. Thompson (1998, p.24) nomeia isto, como “poder simbólico” que é a “capacidade de intervir no curso dos acontecimentos, de influenciar as ações dos outros e produzir eventos por meio da produção e da transmissão de formas simbólicas”.
            Entretanto, acreditamos que a disciplina de EF que possui um caráter formador na educação básica, deve abrir espaços em suas aulas para o conteúdo educação para a mídia, particularmente no que tange ao esporte de alto rendimento e os megaeventos, assim como as olimpíadas. O professor de Educação Física deve ampliar os olhares dos educandos para além das telas, mostrando as facetas utilizadas pela mídia que torna o esporte em espetacularização e mercadoria.

quarta-feira, 30 de março de 2016

UM DOMINGO QUALQUER E UMA INSTITUIÇÃO CHAMADA ESPORTE

Olá Pessoas, segue um texto de um aluno que está cursando a Disciplina Educação Física, Esporte e Mídia do DEF/UFS. Ele é do curso de Cinema e trouxe uma reflexão acerca da relação esporte (espetáculo) e Mídia. Fiquem a vontade para os Pitacos, sugestões, críticas...




"UM DOMINGO QUALQUER E UMA INSTITUIÇÃO CHAMADA ESPORTE"
Caio dos Santos e Ribeiro

O esporte de alto nível é sempre visto por seus admiradores como entretenimento e saúde. Este entendimento percorreu e percorre o cotidiano nas diversas camadas sociais, visto que na maioria das vezes os atletas aparecem sempre sorrindo e com um físico invejável.
O que nem sempre mostram (ou tentam esconder) são os bastidores dos esportes onde estão presente também as relações política e econômica. Ao repararmos bem, os estádios, ginásios e pistas de atletismos estão recheados de merchandising e as emissoras sempre travam disputas para transmitir certos eventos com exclusividade. É engraçado que estamos tão acostumados a ver propagandas durante transmissões esportivas que não nos damos conta que estão totalmente ligadas ao “espetáculo” a que assistimos.
            No filme “Um Domingo Qualquer”, de Oliver Stone, podemos refletir um pouco sobre a relação Esporte x Saúde e a relação Jogador/Time x Patrocinador. No qual chegamos a ver negligências médicas, tanto por parte dos profissionais de saúde, que escondem a real situação clínica dos atletas, como por parte dos próprios jogadores que priorizam sempre os prêmios e seus contratos. Também fica nítido que os dirigentes tratam o time e os jogadores como números e pouco se importam se o time vence ou não, desde que sempre renda dinheiro a eles. Torna-se claro que os atletas no filme e também na vida real são tratados como mercadorias e como tal têm prazo de validade.
É muito comum ouvir a frase “esporte é saúde”, embora para quem o pratica profissionalmente essa falácia acaba sendo uma inverdade. A maioria dos esportistas são obrigados a mudar radicalmente de hábitos, tanto na alimentação quanto na administração do seu tempo. A maioria deles são expostos a treinamentos desgastantes e até mutiladores. Muitas vezes passam mais tempo treinando do que aproveitando a sua infância (boa parte dos esportes de rendimento exige dedicação integral – trabalho - desde muito cedo). Esses mesmo atletas abrem mão também de um maior tempo de recuperação, nos casos de contusões, para não perderem competições ou para atender exigências de contratos e/ou patrocinadores.
Ao pararmos para refletir sobre o esporte como um todo, e analisarmos fatos que ocorreram e que ocorrem continuamente perceberemos que a instituição “esporte” é muito mais que um jogo, ou uma disputa por um troféu. As relações de times com governos, de patrocinadores com jogadores e empresários são muito mais complexas do que parecem ser. Os incontáveis números de doping, as contusões não tratadas corretamente, as rotinas desumanas, as desigualdades e escândalos. Tudo isso maquiado de espetáculos esportivos, de estádios, ginásios, pistas de atletismos e academias cheias, de hinos cantados com fervor e de torcidas apaixonadas.



sexta-feira, 4 de março de 2016

Utilização de blogs na Educação Física escolar!

Pessoal, bom dia! 
Peço licença para divulgar um trabalho que estou realizando aqui nas Gerais, mais especificamente na Escola Estadual Professor Milton Santos, na cidade de Coronel Pacheco (ao lado de Juiz de Fora).

A proposta consiste na utilização do blog da escola como ferramenta para que as atividades desenvolvidas pelos estudantes nas aulas de Educação Física (resenhas, vivências pedagógicas...) sejam divulgadas e ao mesmo tempo comentadas e, quem sabe, avaliadas (rsrs) por outros professores de Educação Física. Assim, gostaria de pedir a contribuição dos camaradas por meio de comentários no blog sempre que se sentirem a vontade. 

Vejo nessa estratégia uma forma de mostrar aos alunos  a importância e a grandeza da Educação Física Escolar.

Grande abraço, meus amigos.
Segue endereço do blog:






domingo, 28 de fevereiro de 2016

Jornal.32. LaboMídia/UFS

Olá Pessoas, segue mais um jornal da turminha da UFS. Fiquem a vontade para os pitacos, críticas e sugestões...
forte abraço
Sérgio Dorenski

http://www.labomidia.ufsc.br/Jornal/info32.pdf

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Livro - Corpo e Governabilidade

Aos colegas que acompanham o blog, aproveito o espaço para divulgar o livro que será lançado ainda neste ano, mas que já pode ser conferido em seu formato digital.

Meus cumprimentos aos organizadores, colegas professores Fabio Zoboli, Renato Izidoro da Silva e Miguel Angel Garcia Bordas.

O exercício de, nessas poucas linhas, apresentar e sintetizar uma obra organizada por colegas tão respeitáveis, pode parecer simples, embora não o seja. O século XXI pode ser caracterizado como um momento histórico em que a tecnologia se coloca como elemento transformador e mediador do ser humano e em que o saber biomédico tem ao seu lado um saber que cada vez mais ganha “corpo” e se aprofunda, advindo das ciências humanas e sociais, para o entendimento deste corpo que somos/temos. Esse contexto traz à tona possibilidades investigativas e reflexivas que configuram nossa contemporaneidade e capturam um “modo de vida” particular em relação a este corpo. Corpo: um substantivo no singular que evidencia compreensões plurais. E a leitura desta obra, fruto de um Grupo de Pesquisas da Universidade Federal de Sergipe – o qual tive a honra de presenciar seu surgimento e seu crescimento, e que hoje, materializada aqui, já evidencia a expansão de suas fronteiras para outras instituições e com outros importantes colegas pesquisadores nacionais e internacionais – apresenta aos seus leitores essa pluralidade: teórico-conceitual, epistemológica, metodológica e reflexiva. O corpo, aqui, é entendido em seus aspectos multifacetados,  mesmo que, por mera organização interna, o livro esteja organizado em três partes (Corpo e subjetividade; Corpo e política; Corpo e metáfora). Há um corpo de temáticas que confirmam a pretensão de seus organizadores, qual seja, a de “sinalizar alguns caminhos no sentido de compreender o corpo como referência material e simbólica necessárias para se compreender processos de subjetivação pautados em mecanismos políticos de governo encenados por jogos de signos que engendram metáforas nas identificações sociais.” Assim, por meio de múltiplos olhares e entendimentos para/sobre o corpo, encontramos nessas páginas toda essa pluralidade: em relação à política, ao governo de si e dos outros, às tecnologias do eu e ascese, ao contexto esportivo, da saúde, das práticas culturais alternativas, da espiritualidade, ao corpo da pedagogia, ao corpo da publicidade e do mercado, ao corpo que se manifesta artisticamente, ao corpo que foge da “norma” em relação ao gênero, ao corpo cinematográfico, ao corpo que se pretende “máquina”. Nessa pluralidade, há a singularidade de um Grupo que inova no Nordeste brasileiro, em Sergipe, que faz da formação inicial um espaço maior para a responsabilidade que é a formação humana que, em primeira instância, procura compreender essa materialidade corpórea, seus simbolismos e suas metáforas, que estão aí, nas nossas práticas, no nosso cotidiano, em tudo! Boa leitura e parabéns aos organizadores e aos autores/as que compõem a obra!

Cristiano Mezzaroba (Prof. DEF/CCBS/UFS)


sábado, 9 de janeiro de 2016

Jornal.31.LaboMídia/UFS

Olá pessoas segue mais um Jornal de nossa turminha...
abração e boa leitura...

http://www.labomidia.ufsc.br/Jornal/info31.pdf

domingo, 6 de dezembro de 2015

Número temático - "Cultura, Formação e Mídia-Educação" na Revista Tempos e Espaços em Educação/UFS

Colegas que acompanham o blog!
É com satisfação que comunico a publicação do Número Temático "Cultura, Formação e Mídia-Educação" pela Revista Tempos e Espaços em Educação, do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Sergipe/UFS.

O material foi organizado pela Profa. Monica Fantin/UFSC, Prof. Fabio Zoboli/UFS, Prof. Cristiano Mezzaroba/UFS e Prof. Silvan Menezes e conta com textos de autores estrangeiros e nacionais, das mais diversas regiões brasileiras, e certamente traz contribuições importantes à temática da mídia-educação.

Estão convidados/as a conhecer o material pelo link:
http://www.seer.ufs.br/index.php/revtee/issue/current/showToc

Boa leitura!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Defesa de Tese - Rodrigo Ferrari

Dia 11/12/2015, sexta-feira, às 9h, no Auditório do CDS/UFSC  teremos a defesa de tese do nosso colega Rodrigo Ferrari, cujo título é "Ensinar-aprender cinema: através da percepção e cognição incorporadas".

O trabalho foi orientado pela Prof. Monica Fantin/UFSC e a banca será composta pelos professores: Giovani Pires/UFSC; Marília Franco/USP; Pier Cesar Rivoltella/Milão/Itália; Josias/Cinema/UFSC e Maria Célia/UFPR.

Parabéns ao Rodrigo e à Prof. Monica pelo excelente trabalho!

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

ESCOLA, PROFESSOR E ALUNO:A IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE CRÍTICA ACERCA DA MÍDIA ESPORTIVA

Olá Pessoas, fechando o ciclo desse período 2015.1, segue a última postagem dos alunos da Disciplina Edf., Esporte e Mídia. Fiquem a vontade para os comentários...
Dorenski


ESCOLA, PROFESSOR E ALUNO:A IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE CRÍTICA ACERCA DA MÍDIA ESPORTIVA
Luiza Fernanda da Silva
Susany Sacramento Santos

Este texto traz reflexões acerca da importância de se discutir como os meios de comunicação e a mídia vêm influenciar na apropriação de informação, conhecimento e no comportamento do público.
Diariamente adultos, jovens e crianças são expostos a diversos e diferentes gêneros de comerciais publicitários, programas esportivos entre outros. Neste sentido, partindo da divulgação nos veículos de comunicação que achamos pertinentes refletir sobre a percepção dos alunos acerca da mídia esportiva.
Percebe-se que atualmente o esporte e as variadas práticas de educação física tornaram-se produtos de consumo e atribuímos parte desse consumismo ao poder da mídia, seja na televisão, rádio, revista, jornal, internet, vídeo games, dentre outros, todos estes cumprem um papel determinante na divulgação de seus produtos.
Neste contexto de poder soberano e influenciador que a mídia possui para o seu público, nós estudantes de Educação Física e futuro profissionais da área, nos indagamos e, com isso, nos inquietamos de que forma podemos levar a discussão da mídia esportiva para a sala de aula e debater sobre as facetas que mídia possui ao passar a informação que deseja para o seu público. Haja vista que a mídia passa somente o que deseja e que, por vez, acaba camuflando certas informações para o seu público. Este poderia ser um aspecto problematizador, ou seja, tencionar como os alunos avaliam as notícias/informações que passam na mídia, principalmente, a esportiva, que tanto chamam a atenção. Talvez, com isso, poderíamos estar exercitando um dos princípios da mídia-educação que é a análise crítica.

Partindo dessa perspectiva consideramos pertinente que os profissionais de Educação Física, durante suas aulas, possibilitem criar espaços fecundos para debates com o intuito de esclarecer essas facetas que a mídia – esportiva – possui. Entendemos que, através destes debates, os professores consigam instigar seus respectivos alunos a reflexão acerca da influência que a mídia exerce por meio dos seus variados veículos de comunicação. Assim, estaremos contribuindo para que os alunos tenham um olhar mais crítico a exemplo do esporte espetáculo que a mídia transmite e, consequentemente, os Professores de Educação Física estarão formando cidadãos para o futuro, capazes de se posicionar criticamente, principalmente, no tocante aos meios de comunicação e sua influência na vida das pessoas, portanto, esta é a responsabilidade que nós, educadores, devamos assumir.